Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal <p><strong>Revista on line de investigación musical</strong></p> <p><strong>Departamento de Artes Musicales y Sonoras (DAMus)</strong></p> <p><strong>Universidad Nacional de las Artes (UNA)</strong></p> <p>Ciudad Autónoma de Buenos Aires, República Argentina</p> es-ES revista433@una.edu.ar (Revista 4'33'') revista433@una.edu.ar (Director / Editor) vie, 14 ene 2022 03:55:39 +0000 OJS 3.2.1.1 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Segundo semestre de 2021 http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/85 Revista 433 DAMus / UNA Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/85 lun, 04 abr 2022 00:00:00 +0000 Índice y Editorial http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/69 Gabriel Pérsico Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/69 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000 Possibilidades de ornamentação a partir da prática da transcrição: um estudo sobre a cadência do primeiro movimento (Vivace) da Sonata N° 6 de Il Pastor Fido (ca. 1737), de Nicolas Chédeville http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/72 <p>O presente artigo tem como objetivo registrar o processo de construção da cadência do primeiro movimento (<em>Vivace</em>) da Sonata N° 6 de <em>Il Pastor Fido</em> (ca. 1737), de Nicolas Chédeville, utilizando a transcrição de diferentes interpretações da mesma obra como ferramenta. O artigo descreve o trecho original e, a partir da transcrição, procura identificar como cada intérprete elaborou sua cadência, buscando reconhecer critérios usados para as diferentes possibilidades de ornamentação da cadência.</p> Letícia Arnold, Lucia Carpena Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/72 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000 Música para os olhos - considerações sobre figura e estilo a partir das preceptivas de J. Burmeister e C. Bernhard http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/73 <p>As poéticas musicais germânicas do século XVII sistematizaram, em seus respectivos tempos e lugares de origem, princípios orientadores da leitura e da produção do repertório musical considerado válido e apropriado para os usos vigentes da música. Dentre os critérios que qualificavam esse repertório, encontramos de forma recorrente a referência a artifícios tendentes a produzir representações vívidas das ideias, de modo que fossem percebidas pelos ouvintes como que colocadas diante dos seus olhos. Tanto Joachim Burmeister (1606) quanto Christoph Bernhard (ca. 1657) dedicaram parte de seus estudos a esses artifícios e formularam prescrições precisas ilustradas com exemplos do repertório corrente, o primeiro em Rostock e o segundo em Dresden. Considerando a relevância de suas ideias para o contexto no qual atuaram, esta comunicação compara os artifícios estilísticos propostos por um e outro para a produção dessa ‘música para os olhos’. Por meio dessa comparação, podemos constatar que aquilo que para Burmeister ocorre como figura, de forma pontual e isolada no repertório, para Bernhard se torna predominante como referencial de um estilo. Finalmente, destaco que, a despeito de lidarem com artifícios e finalidades comuns, representativos do espírito de seu tempo, esses músicos operam com referências e repertórios distintos, que particularizam e dão sentido às suas prescrições.</p> Cassiano Barros Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/73 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000 Ut Josquin Palestrina? Parte 1. A conversão melódica do motto silábico ‘ut sol’ por hexacordes em motetos com ou sem transposição per bemolle http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/74 <p>Durante uma investigação recente que culminou na publicação do capítulo “Relações estruturais entre texto e música em processos imitativos no moteto a quatro vozes” (Nogueira; M., Pereira, F.; Iafelice, C., 2021), observou-se a ocorrência inusitada de sílabas “ut sol” ao longo da parte final do moteto “Isti sunt”, de Palestrina. As notas musicais derivadas destas sílabas geravam relações melódicas de quinta justa ascendente, iniciando-se em <em>g</em> ou em <em>c</em>, de forma sistemática, revelando uma possível inter-relação texto-melodia <em>via</em> codificação por hexacordes. No presente trabalho, tais relações são exploradas a partir de peças selecionadas por prospecção quanto à ocorrência do <em>motto</em> silábico “ut sol”, revelando a predileção de Palestrina por este recurso, possivelmente introduzido por Josquin Desprez em um de seus motetos “Illibata dei virgo nutrix” ou “Virgo prudentissima”. Também inusitada foi a constatação de relações “ut sol” em posições hexacordais “re la”, demonstrando uma flexibilidade para adequação a modos dórico/hipodórico transpostos <em>per bemolle</em>, por diversos compositores. O escopo deste trabalho não permitiu abarcar estudos de transmissão de fontes primárias contendo as obras aqui selecionadas, tal que este expediente será efetuado em uma futura ‘parte 2’, visando estreitar possíveis influências desta técnica entre tais compositores.</p> Fernando Luiz Cardoso Pereira Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/74 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000 Giovanni Bassano e a tradição da arte de diminuir http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/75 <p>Este trabalho tem como proposta relacionar as publicações de Giovanni Bassano dedicadas à arte de diminuir, o tratado <em>Ricercate, Passaggi, et Cadentie</em> (1585) e a coletânea <em>Motetti, Madrigali et Canzoni Francese</em> (1591), e a tratadística sobre este assunto, em especial a <em>Opera Intitulata Fontegara</em> (1535), tratado sobre flauta doce e diminuição de Silvestro Ganassi, e o <em>Tratado de Glosas</em> (1553), de Diego Ortiz. Ambas as publicações de Bassano têm como única fonte de instrução suas cartas ao leitor, porém tais instruções podem ser por vezes imprecisas ou enigmáticas, sendo crucial a contextualização das obras para o seu entendimento e interpretação do repertorio nelas contido.</p> Daniel Figueiredo, Marcos Fernandes Pupo Nogueira Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/75 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000 Os quatros elementos e suas representações e influências na pintura e na música francesa do século XVIII http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/76 <p>O presente artigo busca apresentar relações entre as representações dos quatro elementos clássicos – fogo, ar, água e terra – na pintura e na música francesa do século XVIII. Um dos primeiros autores a sistematizar as representações foi Cesare Ripa (c.1555-1622), cuja obra influenciou diversos artistas durante séculos. Muitos compositores franceses se serviram desses topos, dentre os quais podemos destacar Michel-Richard de Lalande e André Cardinal Destouches com a <em>opéra-ballet Les Élémens</em>, um grande sucesso no cenário musical francês do século XVIII. A repercussão da obra foi tão grande que motivou diversas paródias musicais e François Boucher a pintar duas telas inspiradas na obra. Pretendemos neste trabalho discorrer sobre de que forma a temática dos quatros elementos foi utilizada na obra de <em>Les Élémens</em> e nas telas de Boucher, e quais aspectos em comum se mantiveram entre elas.</p> Felipe Galhardi Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/76 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000 Um elogio ao retratado: Francesco Geminiani como modelo de autoridade para a música britânica setecentista http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/77 <p>Francesco Geminiani (1687-1762) foi um dos músicos mais destacados da Inglaterra setecentista. Natural de Lucca, foi discípulo de Arcangelo Corelli (1653-1713) em Roma até radicar-se em Londres em 1714. Na capital britânica, exerceu uma carreira notável como instrumentista, compositor, professor e autor de tratados musicais. Desde o início, foi respeitado como um modelo de referência. Isto se verifica pelas várias menções nos periódicos da época, pelas referências laudatórias a ele dirigidas e, também, por suas representações iconográficas. O retrato encomiástico que, à luz da retórica, segue as diretrizes epidíticas, é um dos principais modos de louvar as virtudes do sujeito. Geminiani foi, durante décadas, objeto central de obras de artistas proeminentes de seu meio e, nesta pesquisa, procuramos demonstrar – a partir da análise e interpretação de seus retratos – que ele foi considerado modelo de autoridade para a música britânica do século XVIII, contribuindo para a consolidação do estilo instrumental.</p> Marcus Held Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/77 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000 The Susanas of Manoel Rodrigues Coelho - Finely Woven Baroque Dresses for a Renaissance Chanson. A Case Study of Keyboard Intabulations as Ekphrasis of Narrative, Painting, and Song http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/78 <p><em>Ut pictura musica</em> captures the ekphrastic nature of musical creation long before the Romantic concept of programmatic music came into existence. Late Renaissance and Baroque composers often found inspiration in narratives and scenes, as demonstrated in this paper that traces the Susanna trope from biblical narrative, through visual art and song, arriving at instrumental intabulations in Portugal. The process of ‘interart transfer’ is thus examined within the ekphrasis theorems proposed by literary scholar Tamar Yacobi and musicologist Siglind Bruhns. This case study focuses on manifestations of the Susanna trope in three different media: Portuguese art of the time, the polyphonic setting of <em>Susanne un jour</em> by Orlando de Lassus, which became ubiquitously famous in the sixteenth century, and the four <em>Susanas</em> of Manoel Rodrigues Coelho, published in his <em>Flores de Música</em> (Lisbon, Craesbeeck: 1626) as keyboard intabulations that documented newly emerging composition-al traits in Iberian keyboard music.</p> Marcos Krieger Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/78 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000 Sobre 5 Estudios argentinos para guitarra y 5 Estudios argentinos. Transcripción para bandoneón por Amijai Shalev, de Darío Barozzi http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/82 <p>En agosto de 2021, la editorial del Departamento de Música de la Universidad Nacional de las Artes (EDAMus) publicó un trabajo doble, con repertorio original y creado en nuestra latitud, del intérprete, compositor y docente, Darío Barozzi. Se trata de <em>5 Estudios argentinos para guitarra</em> y <em>5 estudios argentinos. Transcripción para bandoneón por Amijai Shalev</em>, un conjunto de partituras que viene acompañado de las primeras grabaciones de las piezas. Este lanzamiento, que incluye tanto la composición como las interpretaciones, está realizado de manera excelente. Logra explorar con musicalidad la tradición, conjugando la impronta personal en un trabajo completamente guitarrístico. Desde la perspectiva del bandoneón, el otro instrumento participante, se completa este primer conjunto de estudios que dialoga con la historia lejana en un discurso inmerso en la contemporaneidad. Ambos volúmenes pueden descargarse de forma gratuita accediendo a la página de EDAMus, en la que se podrá visualizar cada una de las partituras que han sido escritas con todo detalle, en su formato original como en cada transcripción, que preserva los lineamentos generales de cada composición, aunque con otro timbre. Al final de las mismas se ofrecen las primeras grabaciones mundiales realizadas.&nbsp;</p> Cecilia Pereyra Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/82 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000 Música y realidad: la representación de la escucha desde la música programática hasta el experimentalismo http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/80 <p>Frente a la idea formalista de una música “por sí misma”, distintas posiciones estéticas han dado cuenta de intentos y esfuerzos para representar lo extramusical en el propio discurso musical. En música, sin embargo, el problema de la enunciación de ese discurso (y su diferencia con su enunciado) permanece opaco a un análisis de la representación y sus formas de operar en un discurso. En el presente artículo exploramos la idea de la <em>representación de una escucha</em> en el seno de la obra musical, como un posible ángulo de análisis de esa enunciación, desde su disimulada formulación en el ideario programático del S. XIX hasta sus impensadas elaboraciones en la música experimental y concreta.</p> <p>Este trabajo es la continuación de un ensayo anterior publicado en esta misma Revista (“Música y Realidad hasta el concepto de música absoluta”).</p> Tomás Cabado Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/80 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000 Ingrid Fliter. Impresiones íntimas http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/81 <p>La conjunción entre la actividad artística y la enseñanza fue el hilo conductor de una charla que tuvo a Ingrid Fliter como protagonista. El acercamiento sensible a estas dos áreas de su ejercicio profesional brindó la posibilidad de conocer un poco más a esta destacada intérprete.</p> Javier Villa Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/81 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000 Convidando entre dos mundos http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/70 <p>Sabemos por Howard Becker que la producción y circulación de productos musicales se rige por ciertas normas aceptadas por los mundos del arte. A este respecto nos interesan los campos de la música <em>clásica</em> o <em>erudita</em> y el de la música popular, teniendo en cuenta por supuesto que al interior de estos mundos hay una gran cantidad de divisiones y diferenciaciones. A pesar de ellas, ciertas normas prevalecen en todo el conjunto de géneros, públicos, y medios de difusión de cada uno de estos dos mundos. El presente trabajo quiere precisar el lugar que ocupa la música colonial latinoamericana proponiendo que, si bien es considerada hoy día <em>música</em> clásica, se comporta en gran parte de acuerdo con las pautas de la música popular.</p> Myriam Kitroser, Rodrigo Balaguer Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/70 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000 “¿Por qué elegí esta carrera?”. Colonialidad musical en los ingresantes a la universidad http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/71 <p>Conforme el paradigma moderno de conocimiento, la institución conservatorio surge a finales del siglo XVIII para validar y controlar el conocimiento musical socialmente aceptable, de un modo paralelizable con el que la noción de ciencia impone en el campo cognitivo-instrumental. Avanzado el siglo XX, el saber musical se incorpora a la universidad de acuerdo con los modelos modernos elaborados por el conservatorio: el establecimiento de <em>disciplinas musicales</em> y la consolidación de métodos de matriz cartesiana para ellas. Este paradigma de pensamiento a menudo no se superpone con toda la realidad musical de la sociedad; sin embargo, es posible que siga modelando los imaginarios relativos a la validez y el prestigio del conocimiento musical. En este trabajo indagamos sobre tales imaginarios en los estudiantes (N=477) que buscan ingresar a las carreras de música que ofrece la Universidad Nacional de La Plata (UNLP), a partir de sus respuestas a un cuestionario especialmente confeccionado. El análisis de sus respuestas revela que ese imaginario está modelado por los elementos fundantes de la noción moderna (eurocentrada) de música. Así, se destacan la preeminencia de una concepción instrumental del conocimiento ya sea en la valoración de su adquisición en sí mismo como para la construcción de los proyectos personales musicales o laborales;&nbsp; el proceso preponderantemente individual y personal -por sobre lo social- que presupone la adquisición y desarrollo de habilidades técnicas (teóricas e instrumentales); así como la jerarquización de la universidad en tanto institución portadora del conocimiento válido y con ella los temas de prestigio legitimados tales como la teoría musical, la técnica instrumental o la disciplina en sí en tanto rasgo esencial del sujeto profesional entre otros.</p> Sebastián Tobías Castro, Favio Shifres Derechos de autor 2022 Revista 4'33'' http://revista433.damus.musica.ar/index.php/principal/article/view/71 vie, 14 ene 2022 00:00:00 +0000